Setembro é um mês especial para quem trabalha com comunicação humana. É o Setembro Azul, período dedicado à visibilidade da comunidade surda, que reúne o Dia Internacional das Línguas de Sinais, em 23 de setembro, e o Dia Nacional do Surdo, em 26 de setembro. É um mês para falar de inclusão, de respeito à Libras e de acesso à informação. Muitas pessoas surdas se comunicam em Libras e fazem parte de uma comunidade com cultura e identidade próprias. Por isso, falar de saúde auditiva não é falar em “consertar” ninguém, e sim em garantir que cada pessoa tenha diagnóstico, informação e liberdade de escolha. E o Setembro Azul também é um ótimo convite para uma pergunta que interessa a todos nós: como anda a sua audição? Segundo o Relatório Mundial sobre Audição da Organização Mundial da Saúde, cerca de uma em cada quatro pessoas no mundo poderá viver com algum grau de perda auditiva até 2050. Ou seja, cuidar dos ouvidos é tão importante quanto ir ao dentista ou medir a pressão.
Sinais de perda auditiva que costumam passar despercebidos
A perda auditiva costuma chegar devagar, e muitas vezes quem percebe primeiro é a família, e não a própria pessoa. Pedir com frequência para os outros repetirem o que disseram é um dos sinais mais comuns. Outros são aumentar o volume da TV a ponto de incomodar quem está por perto e ter dificuldade para acompanhar conversas em restaurantes, festas e ambientes com barulho. Também vale atenção a quem sente que as pessoas “falam para dentro”, entende melhor quando olha para o rosto de quem fala, tem dificuldade ao telefone ou não escuta a campainha e o celular tocando. O zumbido frequente, aquele chiado ou apito no ouvido, também merece investigação. Com o tempo, a dificuldade de ouvir pode trazer cansaço depois de conversas longas, insegurança e até vontade de evitar encontros sociais. A perda auditiva não tratada pode levar ao isolamento e afetar os relacionamentos, e estudos recentes publicados na revista científica The Lancet apontam que ela está entre os fatores de risco modificáveis para o declínio cognitivo. Por isso, se você se identificou com algum desses sinais, o melhor caminho é não esperar.
Audição infantil: quando a dificuldade na escola pode ser um problema de escuta
Na infância, a audição tem papel direto no desenvolvimento da fala, da linguagem e da aprendizagem. O primeiro cuidado acontece ainda na maternidade, com o Teste da Orelhinha, mas a audição pode mudar ao longo dos anos, principalmente em crianças com otites de repetição. Os pais devem ficar atentos quando o bebê não reage a barulhos fortes ou não vira a cabeça em direção aos sons. Também são sinais de alerta a criança que demora a falar, troca sons ao conversar, parece distraída, não atende quando é chamada ou aumenta muito o volume dos vídeos. Um ponto importante é que, às vezes, uma criança é vista como desatenta ou com dificuldade de aprendizagem quando, na verdade, não está ouvindo bem. É por isso que, na Clínica Inttegrare, a Fonoaudiologia e a Psicopedagogia trabalham lado a lado para investigar a causa real de cada dificuldade. Assim, o acompanhamento é definido de forma cuidadosa e individualizada, respeitando o tempo e as necessidades de cada criança e de sua família.
Check-up auditivo e aparelho auditivo: tecnologia a favor da qualidade de vida
O check-up auditivo é simples, não dói e ajuda a entender como está a sua audição. Ele começa com uma conversa sobre sua rotina, seu histórico e suas queixas, seguida de uma avaliação conduzida pela fonoaudiologia. A partir do resultado, o profissional orienta os próximos passos, que podem incluir uma consulta com o otorrinolaringologista, terapia fonoaudiológica ou a adaptação de um aparelho auditivo. E se a imagem que vem à sua cabeça é a de um aparelho grande e que chama atenção, é hora de atualizar essa ideia. Na Inttegrare, trabalhamos com os aparelhos auditivos Sonic, marca com mais de 25 anos no mercado de saúde auditiva. São aparelhos pequenos, discretos e confortáveis, pensados para oferecer som natural e melhor compreensão da fala mesmo em ambientes barulhentos. Cada aparelho é regulado de acordo com a sua avaliação, e existe um período de adaptação, pois o cérebro precisa de um tempo para se acostumar novamente aos sons. Ao contrário do que muita gente pensa, o aparelho não piora a audição nem é “coisa de idoso”: a perda auditiva pode acontecer em qualquer idade. O acompanhamento profissional, com ajustes e manutenção, é o que garante bons resultados ao longo do tempo.
Na Inttegrare, a sua audição é cuidada de forma integrada
A Clínica Inttegrare nasceu da Fonoaudiologia, há mais de 10 anos, por iniciativa da fonoaudióloga Andrea Cariello. Hoje somos um espaço de terapias integradas, com profissionais de Fonoaudiologia, Psicologia, Psicopedagogia, Psicomotricidade, Terapia Ocupacional, Nutrição e Terapias Complementares. Isso significa que olhamos para cada pessoa como um todo, porque audição, comunicação, emoções e aprendizagem caminham juntas. No dia a dia, alguns cuidados simples ajudam a proteger a audição: manter o volume dos fones moderado e fazer pausas, usar protetor auricular em ambientes muito barulhentos, evitar cotonetes dentro do ouvido e nunca tratar otite por conta própria. Mas nada substitui a avaliação regular com um profissional. Neste Setembro Azul, nosso convite é simples: cuide da sua audição e da audição de quem você ama. Agende seu check-up auditivo gratuito em uma das nossas unidades no Méier, em Niterói (Icaraí) ou em Madureira, pelo telefone, pelo WhatsApp ou pelo nosso site. Aqui você é tratado como merece e conta com total suporte em cada etapa do cuidado.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a avaliação de um profissional de saúde.

