
As emissões otoacústicas são sons medidos no canal auditivo, produzidos na orelha interna (cóclea) pelas células ciliadas externas. Esses movimentos geram um som que é captado por um microfone acoplado a uma pequena sonda colocada na entrada do ouvido.
O exame é conhecido como Teste da Orelhinha quando usado na triagem auditiva de recém-nascidos. É rápido, indolor e pode ser feito com o bebê dormindo.
Aplicação clínica
- Triagem auditiva neonatal
- Diagnóstico diferencial entre alterações cocleares e retrococleares (neuropatias)
- Avaliação de populações especiais, como pessoas com paralisia cerebral, autismo ou deficiência intelectual
- Monitoramento da função coclear em cirurgias, uso de medicamentos ototóxicos e exposição a ruído
- Verificação da consistência das respostas na audiometria
- Investigação de alterações cocleares, como hidropsia endolinfática e zumbido
Preparo e orientações
Para bebês, o ideal é que estejam tranquilos ou dormindo. Amamentar pouco antes do exame costuma ajudar.
Onde fazer
Realizamos o Teste da Orelhinha na Clínica Inttegrare. Confirme com a unidade a disponibilidade do exame e as regras do seu convênio: Méier, Niterói, Madureira.
Perguntas frequentes
Quando o Teste da Orelhinha deve ser feito?
O ideal é nos primeiros dias de vida, de preferência até o primeiro mês. Se não foi feito na maternidade, agende o quanto antes.
E se o resultado não passar?
Um resultado alterado não significa necessariamente perda auditiva. Pode haver secreção no ouvido, por exemplo. O fonoaudiólogo orienta o reteste e, se necessário, exames complementares.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a avaliação de um profissional de saúde.
