
Sinais de que a criança pode precisar
- Come sempre os mesmos poucos alimentos ou apenas uma marca específica
- Recusa texturas, cores ou alimentos misturados no prato
- Engasga, cospe, tem ânsia ou demora muito para mastigar
- Fica muito agitada ou ansiosa na hora das refeições
- Aceita apenas alimentos processados ou pastosos
- A família sente que a alimentação virou um momento de conflito
Como funciona
O primeiro passo é uma avaliação que considera o comportamento na hora de comer, os aspectos sensoriais, a mastigação e a deglutição e a rotina alimentar da família. A partir dela, a criança é convidada a explorar os alimentos aos poucos: olhar, tocar, cheirar, brincar, provar.
As sessões são lúdicas e respeitam os limites da criança. Pais e cuidadores participam e recebem orientações práticas para levar a mesma abordagem para as refeições em casa.
Equipe multidisciplinar
A seletividade alimentar no autismo costuma ter mais de uma causa. Por isso, na Inttegrare a Terapia Alimentar é construída em conjunto com a Fonoaudiologia (mastigação e deglutição), a Terapia Ocupacional (questões sensoriais) e a Nutrição (necessidades nutricionais e plano alimentar).

Onde atendemos
Atendimento de Terapia Alimentar TEA na Clínica Inttegrare: unidade Méier, unidade Niterói, unidade Madureira. Atendemos particular e diversos convênios. Consulte a disponibilidade de horários com a unidade.
Perguntas frequentes
A terapia alimentar é só para crianças com autismo?
Ela é muito procurada por famílias de crianças com TEA, mas também atende crianças com seletividade alimentar por outras causas.
Vou precisar forçar meu filho a comer?
Não. A abordagem respeita o tempo da criança e evita forçar, porque a pressão costuma aumentar a recusa. O objetivo é que a comida se torne um lugar seguro.
Em quanto tempo aparecem resultados?
Varia de criança para criança. Muitas famílias percebem refeições mais tranquilas nas primeiras semanas; a ampliação do repertório alimentar costuma ser gradual.
